Deve ser criada uma comissão notáveis para ‘debater decentemente’ o assunto. O primeiro tópico do debate deve ser porque um profissional reconhecido deve mobilizar o país por um capricho ‘jovial’ e o outro, porque tal comissão deve ser encarada como a idéia mais genial, somente obtida por pessoa muito ‘elevada’. Se minha memória não falha, qualquer garoto de 16 anos que tenha acabado de ler alguns livrinhos em versão pocket tipo A Utopia ou O Triste Fim de Policarpo Quaresma, seria capaz de solucionar o embate da mesma forma.
Para não se apegar ao assunto que o jornal cidadão não nos deixa esquecer, eu sugiro uma boa refeição: Thai Salad Beef, um prato obviamente tailandês que agrada a quase todos não só pelo seu sabor, mas pelo seu belo visual e aroma admirável. Com certeza este ficaria muito bem acompanhado de um bom vinho [sem se apegar a forma como ele é acompanhado em sua terra natal], porém este fato ainda não foi comprovado pois saber lidar com vinhos é algo que, reconheço, se dá com o passar do tempo e, felizmente ou não, ainda não posso comentar muito sobre o assunto. O importante é ressaltar que a iguaria da Tailândia é uma ótima opção para um encontro de amigos, já que durante o preparo pode ser testado o conhecimento dos presentes sobre a diferença [inexistente] entre coentro e salsinha, além das propriedades cancerígenas do molho shoyu [que de fato existe!].
Voltando a se apegar a fatos insistentemente fisgados pela mídia, podemos saltar de uma briguinha pela paternidade de uma jovem cidade a uma linda história que questiona se a melhor parte da vida vem no seu início, e a pior, no final. A resposta? Pense você mesmo sobre isso.
Curioso Caso: briga de comadres promovida por arquiteto famoso vivido + falta de conhecimento sobre vinhos + leitura de conto sobre homem que nasce velho e fica jovem ao passar do tempo = um post despretencioso sobre tempo.
[ok, De repente 30, também tem culpa!]
Para não se apegar ao assunto que o jornal cidadão não nos deixa esquecer, eu sugiro uma boa refeição: Thai Salad Beef, um prato obviamente tailandês que agrada a quase todos não só pelo seu sabor, mas pelo seu belo visual e aroma admirável. Com certeza este ficaria muito bem acompanhado de um bom vinho [sem se apegar a forma como ele é acompanhado em sua terra natal], porém este fato ainda não foi comprovado pois saber lidar com vinhos é algo que, reconheço, se dá com o passar do tempo e, felizmente ou não, ainda não posso comentar muito sobre o assunto. O importante é ressaltar que a iguaria da Tailândia é uma ótima opção para um encontro de amigos, já que durante o preparo pode ser testado o conhecimento dos presentes sobre a diferença [inexistente] entre coentro e salsinha, além das propriedades cancerígenas do molho shoyu [que de fato existe!].
Voltando a se apegar a fatos insistentemente fisgados pela mídia, podemos saltar de uma briguinha pela paternidade de uma jovem cidade a uma linda história que questiona se a melhor parte da vida vem no seu início, e a pior, no final. A resposta? Pense você mesmo sobre isso.
Curioso Caso: briga de comadres promovida por arquiteto famoso vivido + falta de conhecimento sobre vinhos + leitura de conto sobre homem que nasce velho e fica jovem ao passar do tempo = um post despretencioso sobre tempo.
[ok, De repente 30, também tem culpa!]

Josefino de Melo [vô] # carolinabarmell

hahhah...é sobre esses textos que comentei
ResponderExcluirsobre seus belos textos..mesmo despretenciosos...
Beijo
Andrevento
bonita, teu blog tá muito bom!!! virei mais vezes.
ResponderExcluirparabéns!